Técnicas de Finalização Entenda as Diferenças
Olá, tudo bem?
Se você busca cabelos lisos e sonha com a praticidade das progressivas, este post é para você!
No universo da beleza, é crucial estar por dentro das regulamentações para garantir não apenas resultados incríveis, mas também a sua saúde. Por isso, vamos descomplicar o que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina sobre os alisamentos capilares, especialmente aqueles que utilizam formol e, mais recentemente, ácido glioxílico.
Por que a proibição? A resposta é simples: saúde. Quando aquecido, inalado ou em contato direto com a pele, o formol libera substâncias altamente tóxicas. Os riscos são alarmantes, tanto para quem aplica quanto para quem recebe o tratamento: irritação nos olhos, problemas respiratórios, queimaduras no couro cabeludo, queda de cabelo e, em exposições prolongadas, risco aumentado de câncer.
Por isso, adicionar formol a cosméticos para alisamento configura uma infração sanitária grave, podendo inclusive ser considerado crime, conforme o Artigo 273 do Código Penal Brasileiro.
Por muito tempo, o ácido glioxílico foi vendido como a solução “sem formol” para alisamentos. No entanto, a Anvisa acendeu um grande sinal de alerta e, na prática, proibiu seu uso como agente alisante, estabelecendo um marco importante em 7 de julho de 2025, conforme o Informe de Segurança GGMON Nº 03/2025.
Qual o problema? Pesquisas e relatos demonstraram que, ao ser aquecido, o ácido glioxílico pode gerar formaldeído (formol) ou liberar gases tóxicos. Isso significa que, mesmo quando o rótulo diz “sem formol”, o perigo pode estar presente.
A Anvisa já publicou comunicados importantes, como o Informe acima, alertando sobre os graves riscos associados ao ácido glioxílico. Entre os problemas relatados estão: danos à córnea, queimaduras no couro cabeludo, quebra e queda intensa dos fios e, em casos mais graves, complicações sistêmicas como insuficiência renal.
A segurança é inegociável quando o assunto é beleza. A Anvisa tem atuado de forma rigorosa para proteger consumidores e profissionais, e você também desempenha um papel fundamental nessa proteção!
✅ Sempre verifique o registro: Antes de qualquer procedimento, pergunte ao seu cabeleireiro qual produto será utilizado. Ele deve possuir registro ou notificação na Anvisa. Você mesmo pode consultar o site da Agência para verificar se o produto está regularizado através do Painel de Consulta de Cosméticos.
✅ Desconfie de promessas milagrosas: Produtos sem rótulo, com embalagens suspeitas ou que prometem um liso “eterno” sem comprovação de segurança são um grande risco.
✅ Fique atenta aos sinais: Se sentir qualquer irritação, queimação ou perceber cheiro forte e incômodo durante o procedimento, interrompa imediatamente e lave os cabelos.
A Anvisa disponibiliza esse painel de consulta em seu site para que você possa verificar a situação de qualquer produto alisante. A informação é a sua melhor ferramenta para fazer escolhas seguras.
Cuidar dos seus cabelos deve ser um prazer, nunca um risco. Fique atenta às regulamentações e converse abertamente com seu profissional de beleza para garantir que seus fios fiquem lindos e, acima de tudo, saudáveis!
Você já consultou algum produto no site da Anvisa? Compartilhe sua experiência nos comentários!