Técnicas de Finalização Entenda as Diferenças

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Quando falamos em finalização capilar , não estamos lidando apenas com estética, mas também com ciência. A ordem de aplicação dos produtos influencia diretamente na retenção de hidratação, na nutrição dos fios e na durabilidade da definição . Cada técnica tem um objetivo específico e funciona melhor para determinados tipos de cabelo e necessidades. A seguir, conheça as três mais utilizadas: COG , LOC e LCO . O que são técnicas de finalização? As técnicas de finalização são métodos que organizam a aplicação de líquidos, cremes, óleos e géis em uma sequência estratégica. O foco é potencializar a saúde do fio, controlar o frizz e prolongar a definição dos cachos e ondas . A escolha da técnica ideal depende de fatores como: Tipo de curvatura (ondulados, cacheados ou crespos); Espessura e densidade do fio; Porosidade capilar ; Clima e umidade do ambiente. COG (Creme → Óleo → Gel) A COG é indicada para cachos médios a crespos (3B a 4C) e se tornou uma das preferidas entre quem busca def...

Durante a transição capilar

Durante o período de transição capilar, é comum que muitas pessoas se sintam inclinadas a experimentar uma série de tratamentos e técnicas para acelerar o processo ou melhorar a aparência dos fios. Entre essas práticas, estão a umectação capilar, o pre-poo, a reconstrução com queratina e o uso de ativadores de cachos. No entanto, é importante compreender que, neste momento específico, a prioridade deve ser a manutenção da saúde geral do cabelo e do couro cabeludo, sem excessos ou expectativas irreais.

A umectação, por exemplo, é eficaz para cabelos ressecados, mas os fios em transição possuem duas texturas diferentes: a quimicamente tratada e a natural que está crescendo. Assim, é mais produtivo focar em tratamentos que fortaleçam a estrutura capilar como um todo, em vez de priorizar apenas a hidratação oleosa. O pre-poo, por sua vez, é mais necessário para fios que sofrem com lavagens frequentes ou uso constante de shampoos agressivos, algo que pode ser evitado com um shampoo suave e espaçamento maior entre as lavagens.

A reconstrução com queratina é outro exemplo de tratamento que, se usado em excesso, pode tornar os fios rígidos e propensos à quebra, especialmente nas partes quimicamente tratadas. Durante a transição capilar, o ideal é incorporar a queratina com moderação, respeitando a real necessidade do cabelo e evitando sobrecarregá-lo.

Quanto aos ativadores de cachos, eles são projetados para definir texturas que já possuem uma curvatura bem estabelecida, o que nem

sempre acontece nos fios em transição, que possuem diferentes padrões ao longo do comprimento. Nesse caso, o mais recomendável é apostar em finalizadores leves e que ofereçam hidratação, ajudando a lidar com as duas texturas de forma harmônica.

Portanto, lembre-se: a transição capilar é um período de adaptação e aprendizado. O mais importante é investir em uma rotina simples, com produtos de qualidade, e ouvir as necessidades reais do seu cabelo. Assim, você evita desperdícios, reduz frustrações e garante um processo mais leve e confiante rumo à sua textura natural.




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